Fio do Holocausto Demográfico Galego

A ver como fazemos este relato :stuck_out_tongue:

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https://twitter.com/calidonia/status/1156175264281481218

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https://www.ige.eu/estatico/estat.jsp?ruta=html/gl/salarios/Salarios_contas.html#primeiroapartado

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Os naipelos …

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Os empresários deixam claro assim que nom se trata de recriar nenhuma comunidade utópica a baixo preço: ‘pensamos principalmente em executivos e profissionais de alto nível que podem trabalhar com umha simples conexom à rede’, esclarecem; pensam também em ‘reformados que querem viver um retiro de contos de fadas’ ou, ainda ‘empresários que precisam enclaves maravilhosos que fomentem a criatividade.’ Elites ociosas, num 80% chegadas da Europa ou América opulenta, totalmente alheios à realidade e à cultura galega, estám a apropriar-se, por outras palavras, do património popular galego. ‘Há um cliente que ficou abraiado. 70000 euros um Castelo? Quero-o!’,

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Acoso á infãncia

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Entanto na Galiza bailamos o chotis do AnoSanto

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O tema e’ que Berlim nom tem nada que ver co’a GZ, onde os unicos negocios seguros eram os alcolitros e o tixolo. Agora ja nom temos nengum dos dous, polo que o negocio vem sendo escapar do pais.

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Mas chegamos aos 5.000.000 de turistas. Será que há queixa?

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Realmente e mui surpreendente que haja quem goste de viver em Verím

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Tambem na Italia.

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Assim, com histórias coma esta, o termo “holocausto” fica mui acaído

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