A palavra robota, em língua eslava, significa “trabalho forçado”, ou, simplesmente, escravo

Homens que criam mulheres que lhe façam companhia e cujos corpos podem ser utilizados da forma como eles quiserem. Homens e mulheres ficcionais que por um acaso são criados por roteiristas e diretores também homens, pigmalionicamente dando vida a essas figuras. A exceção é Metrópolis, escrito por Thea von Harbou, e talvez por isso a forma como o corpo e a sexualidade da androide Maria são indomáveis, permitindo múltiplas leituras, seja tão única em meio a esses outros exemplos

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