A Catedral de Santiago oculta a existencia do Reino de Galiza

Entre 1157 e 1230 decorren os reinados de Fernando II e Afonso VIII, que ostentaban os títulos de “reis de Galiza e León”. Son dous monarcas -ademais da raíña Berenguela, o conde Raimundo de Borgoña, Pedro Froilaz e Xoana de Castro- que están enterrados no Panteón Real da Catedral de Santiago, malia que os letreiros das súas tumbas os definan como “reis de León” e a Afonso VIII o numeren como “Afonso IX” coa intención de incluílo nunha ficticia nómina conxunta de reis de Castela e León.

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E a de Mondonhedo a de Pardo de Cela

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Na Galiza o catolicismo é castelhano, muito castelhano. Rouco Varela perfere ir ao inferno a que espanha se desfaça

Há um paralelismo muito interessante, a igreja católica francesa na Catalunha norte. Richelieu após a apropriação do território impus alá o mesmo que Castela na Galiza…e não há nada mais francês e anti-catalã no território que a igreja francesa lá. Prefere o inferno a que seja discutida a França jacobina.

beijos Helena

Se alguém entrou na catedral católica da Baiona no País Basco frances, repare na capela da esquerda ao entrar onde está um milagre que é uma verdadeira blasfémia. O milagre é que Deus fez esse território vasco, francês, e quando foi incorprado era tal a alegria no céu, que as nubens construiam cruzes em sinal disso, e que não há obra melhor para Deus, que ser francês.

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