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Queremos Galego convoca manifestación en defensa da lingua o 8 de febreiro

A Plataforma Queremos Galego convocou para o vindeiro 8 de febreiro de 2015 unha mobilización en defensa da lingua após coñecérense as "consecuencias" da política lingüística desenvolvida polo goberno de Alberto Núñez Feijóo. Os máis de 600 colectivos que integran Queremos Galego coidan que Galiza atravesa un "quinquenio negro" cuxo trazo fundamental é o "retroceso" na presenza social da lingua propia.

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Unidade na diversidade: parlapallares.cat

O sítio web 'Parlapallares.cat' é um projeto cultural sem ânimo de lucro que visa fomentar o uso do dialeto palharês falado na comarca do Pallars (Catalunha). A iniciativa, que é uma reivindicação alegre e festiva da diversidade dentro da unidade da Língua catalã, publicou também no mesmo sítio web um dicionário com as vozes específicas e particulares do falar palharês. A totalidade dos ganhos obtidos da venda de camisolas irão destinados à realização duma exposição dedicada à fala palharesa.

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Sotaques de todos os países que falam o português vídeo

Veja os diversos sotaques do português. Vários sotaques de vários estados do Brasil, sotaque de Angola, de Moçambique, da Guiné Bissau, do Cabo Verde, de São Tomé e Príncipe, das províncias da Índia que falam português (Goa, Diu e Damão, e ainda da cidade de Baçaim), da cidade de Macau na China, do Timor Leste no continente asiático, da Galiza e de Portugal.

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Represaliados pola Língua: entrevista a Mário Nozeda

A defesa do galego e da norma portuguesa trouxe-lhe a repressão da Inspeção educativa, apesar da solidariedade recebida de alunado, mães e pais. Mário Nozeda, ‘o Português’, não foi um professor de primário convencional: falava com os pais para apresentar o português como algo desejável. PERG: Que achas da situação do galego? RESP: É um decalque do país, a língua está em situação terminal… igual que o país, morre pela assimilação à Espanha. Julgo que este estado de cousas possa ter solução, e esta passa pelo reintegracionismo.

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Para votarem até final de ano a palavra do ano em Portugal, e escolher o galeguíssimo xurdir que fez sucesso este ano vídeo

Eis as dez palavras do ano que foram eleitas pelos interrnautas, e nas que se pode votar até o 31 de dezembro: xurdir. galeguismo que fez sucesso este ano em Portugal banco - basqueiro - Localismo do Porto - frenessim. cibervadiagem: Mistura de vadiagem com ciber,Um moderno neologissmo. corrupção por estar tão na tona. Em Portugal levou bastantes políticos a prisão incluído um ex-primer ministro o que faz contraste com o e.e. ébola, gamificação, resolver assuntos com jogo jihadismo. legionela. selfie.

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Sinónimos do Galego, a nova app lingüistica da Uvigo

Hoxe queremos compartir con todos vós, o Dicionario de Sinónimos do Galego da Universidade de Vigo, co cal podemos consultar máis de 200.000 voces da nosa lingua que ademáis están agrupadas en máis de 40.000 acepcións pola súa semellanza de significado, o que é resulta moi axeitado para as nosas consultas.

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Valência mobilizada ontem pela língua

A lembrança das normas de Castelhó, que unificou a escrita do catalão a partir do modelo histórico e descastelhanizado, serviu para convocar ao pessoal à rua 88 anos depois. Precisamente, a Conselharia de Educação valenciana foi apontada como a instituição do País Valenciano liderando os ataques a direitos linguísticos. tal como indica um informe elaborado sobre vulnerações tanto no âmbito individual como coletivo, apresentado há poucos dias. Informe: escolavalenciana.com/arxiu/upload/odl/informe_vulneracio_drets_linguisd

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Ameaças a diversidade linguística indígena brasileira. o 30 por cento das línguas sob grave ameaça

Atualmente, os índios brasileiros falam entre 150 e 200 línguas e devem ser extintas, até 2030, de 45 a 60 idiomas. "Um número expressivo de povos, inclusive na Amazônia, tem cinco ou seis falantes apenas. Nós temos 30% [das línguas] dos cerca de 200 povos brasileiros com um risco de desaparecer nos próximos dez ou 15 anos, porque você tem poucos indivíduos em condições de falar aquela língua", alerta Levinho. "Tem também a situação de [línguas faladas por] grupos numerosos, em que você tem um número expressivo de pessoas acima de 40 anos fala

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Analfabetos que falan inglés en Mondoñedo

En Galiza hai dous tipos de galegos: os que falan castellano e os que exercen de castellanos. Eu falo castellano, mais xa non exerzo. Tamén falo portugués e inglés, mais tampouco exerzo de portugués ou de inglés. Procuro falar galego en todo momento cando me atopo en Galiza, independentemente do interlocutor, ou cando respondo no teléfono aos meus clientes cun xovial “bo día”, aínda que xa antes de descolgar apareza no ecrá un +44. Ningún inglés, italiano, español ou alemán se sentiu nunca ofendido por iso.

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Dario Villanueva elexido novo director da "Academia de la Lengua Española" opina sobre o galego vídeo

O chairego Darío Villanueva recén nomeado director da RAE opina [min. 19:35] acerca da enquisa do IGE sobre o uso do galego: "É un aviso importante para entre todos tomar as medidas oportunas porque a ninguén se lle agocha que o futuro dunha lingua depende en grande medida do uso que de ela se faga e desa transmisión que ven, en primeiro lugar, do ámbito familiar e que logo pode ser reforzada mediante o sistema educativo, e mediante, en fin, o arroupamento que o conxunto da sociedade lle faga ao uso do idioma por parte dos máis novos"

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Do 'Boy?' ao 'Papá, ¿de qué país es este señor?'

Há cinco anos no Nadal na minha cidade, um meninho perguntou os seus pais, amigos de uns amigos: Papá, ¿de qué país es este señor? Eu era do seu mesmo país. A diferença é que falava na outra língua, na que já não era a do seu país. Nem dos seus pais. // Hai cinco anos no Nadal na miña cidade, un meniño preguntou os seus pais, amigos duns amigos: Papá, ¿de qué país es este señor? Eu era do seu mesmo país. A diferenza é que falaba na outra lingua, na que xa non era a de o seu país. Nin dos seus pais.

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Cinco palavras portuguesas que estão a morrer

Cosmonauta: Nestes tempos em que a Rússia está mais interessada nas Crimeias desta vida do que na conquista do espaço, já poucos se lembrarão que os astronautas, por aquelas bandas, são cosmonautas. Nunca se sabe se não será esta uma palavra a ressuscitar muito em breve. Por enquanto, talvez seja bom recordar que um astronauta chinês é um taikonauta.

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Andreea Birsanu: «Desaparecendo o galego, desaparece algo mais que umha língua, desaparece um povo»

Andreea Birsanu, arçuana de origem romena: PERG: Por que deste o passo à escrita em reintegrado? RESP: Eu conhecim a existência de tal corrente através de pessoas que a empregavam, e a curiosidade levou-me a investigar, a ler, a informar-me. Depois de este processo, comecei a dar-lhe muitas voltas ao assunto. A reflexionar sobre o galego como língua, a Galiza e os/as galegos/as. Andei a pensar muito nisso e tomei umha decisom. Porque eu, como pessoa, tenho capacidade para ver as injustiças e nom aceitá-las e atuar em contra delas.

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Como se chama en galego o ruído que fan os gatos cando están contentos?

Se desbotamos, logo, o uso dos verbos rosmar e roñar, debemos buscar unha alternativa. E, posiblemente, a mellor sexa ronronar (e o seu substantivo ronrón), unha forma documentada en galego, polo menos desde o Catecismo do labrego de Lamas Carvajal, e totalmente coherente coas formas empregadas no noso contorno lingüístico.

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B. Rodrigues: «O sistema espanholizador tem tudo ao seu favor, mas o reintegracionismo vai tomando espaços!»

Bernardo Rodrigues, novo sócio da AGAL, nasceu no País Basco mas é da Marinha, comarca em que também se desenvolve a sua vida. PERG: Como gostarias que fosse a fotografia lingüística da Galiza em 2020? RESP: Gostaria que fosse semelhante ou melhor que a de Burela na atualidade, onde há umha maioria de galegofalantes e as pessoas imigrantes adotam como própria a nossa língua. E como sonhar é de graça, também gostaria de poder ver os canais de televisom portugueses na Galiza.

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